segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

O que é BI?

Desde o inicio deste mestrado que tento encontrar a minha definição de Business Intelligence, não me foi nem é uma tarefa fácil, para mim BI é a ciência multidisciplinar que permite espelhar o negócio, as relações existentes no negócio e as suas tendências de uma forma estruturada e compreensivel em ferramentas que optimizam a obtenção da informação de forma a apoiar na tomada de decisão.

Parece-me que ainda falta qualquer coisa... mas de momento vou mantê-la assim.

domingo, 30 de dezembro de 2007

Variáveis Fuzzy aplicadas á classificação empresarial


O que é uma variável fuzzy?
Uma variável fuzzy é uma variável que permite a noção de parcialmente verdadeiro, parcialmente falso, no exemplo ilustrado tentei criar uma variável fuzzy que de alguma forma ilustrasse a classificação das empresas em Portugal.
Segundo a lei as empresas são classificadas da seguinte forma:
A actual directriz da U.E. para a classificação do Universo Empresarial, considera:
- Micro Empresas as que têm menos de 10 trabalhadores e não excedam no VAN (Volume de Negócios Anual) 2 milhões de euros;- Pequenas as que tendo menos de 50 trabalhadores, não ultrapassem no VAN os 10 milhões de euros;- Médias as que têm até 250 trabalhadores e limite máximo de VAN de 50 milhões de euros.
Se atendermos a estas classificações será que não faz sentido pensarmos que esta classificação é demasiadamente rigida?
Suponhamos:
Como classificamos uma empresa com menos de 50 trabalhadores e com VAN 10,0005 milhões de euros? Será que é justo que estas empresas sejam classificadas de médias empresas e desta forma tenham as mesmas obrigações?
A existência de variáveis Fuzzy vem atenuar esta rigidez de classificação, dá uma margem de progressão de forma a melhor retratar o comportamento da variável e a forma de como deve de ser representada em pontos de transição de um estado para outro.
A imagem acima surgiu-me numa tentativa de criar uma variável fuzzy que representasse a classificação empresarial.
Aceito criticas !

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

O Que é GERIR?

Dificilmente se encontra uma definição unanimemente aceite para o conceito de gestão... no entanto existe algum consenso relativamente a que este deva incluir obrigatóriamente o seguinte ponto:


  • conjunto de tarefas que procuram garantir a afectação eficaz de todos os recursos disponibilizados pela empresa, na pressecução dos objectivos estabelecidos.

Por outras palavras, compete ao gestor a optimização do funcionamento das organizações através da tomada de decisões racionais, fundamentadas no tratamento de dados e informação relevante e, dessa forma, contribuir para o seu desenvolvimento e para a satisfação dos interesses de todos os seus colaboradores e proprietários e para a satisfação de necessidades da sociedade em geral ou de um grupo em particular.

Sendo o gestor alguém pertencente à organização e a quem compete a execução das tarefas de gestão, torna-se agora mais fácil encontrar um conceito que o identifique.

Segundo Henry Fayol:

é a pessoa a quem compete a interpretação dos objectivos propostos pela organização e agir, através do planeamento, da organização, da liderança ou direcção e do controlo, afim de atingir os referidos objectivos. Daqui se conclui que o gestor é alguém que desenvolve os planos estratégicos e operacionais que considera mais eficazes para atingir os objectivos propostos, concebe as estruturas e estabelece as regras, políticas e procedimentos mais adequados aos planos desenvolvidos e, por fim, implementa e coordena a execução dos planos através de um determinado tipo de comando e/ou liderança e de controlo.


O que é liderar?


Conceito de Liderança

  • É um fenómeno de grupo
  • envolve um conjunto de influências interpessoais e recíprocas, exercidas num determinado contexto através de um processo de comunicação humana com vista à obtenção de determinados objectivos específicos.

As funções de liderança incluem, portanto, todas as actividades de influenciação de pessoas, ou seja, que geram a motivação necessária para pôr em prática o propósito definido pela estratégia e estruturado nas funções executivas.


Um aspecto importante neste conceito é a palavra influência em lugar de imposição. De facto, é possível impor determinadas acções a um colaborador quando se tem poder para tal, contudo, é impossível impor a motivação com que cada um leva à prática essa mesma acção. É esta motivação que a liderança procura melhorar.

Para um líder não é suficiente atingir os objectivos da organização; é necessário que as acções desenvolvidas pelos colaboradores sejam executadas por sua livre vontade.


Segundo Max De Pree...

Acentua na liberdade dos subordinados e na serviciência dos líderes.

Considera a liderança como a arte de “libertar as pessoas para fazerem o que se exige delas de maneira mais eficiente e humana possível”.

A primeira responsabilidade de um líder é a definição da realidade e a última é agradecer; entre as duas deverá tornar-se um servidor da organização e dos seus membros - é o contraste entre os conceitos de propriedade e de dependência.

A medida de uma boa liderança encontra-se nos seus seguidores: quando estes atingem o seu potencial, alcançam os resultados pretendidos e estão motivados, é sinal de uma boa liderança.


Bocas entre aulas...

No conceito de liderança está sujeito um fenómeno de grupo, na interrogação como lideras a tua vida?... eu apenas encontro um individuo, eu a liderar a mim própria e como eu sozinha não sou um grupo não preciso de comunicar na minha própria liderança porque a comunicação de um para um é um monologo, ou seja não se aplica, foi neste ponto que discordei com a professora Trigueiros... se bem que agora pensando nesta questão e imaginando a questão como lideras a tua empresa? ai eu nem teria duvidas que a comunicação era fulcral no papel da liderança de uma empresa e não só de mim para os meus colaboradores mas também de mim para o resto dos agentes economicos com os quais necessito estabelecer relações diversas e desta forma compreendo que eu na liderança da minha vida não tenho apenas de comunicar comigo mas também com os outros, aqueles com os quais estabeleço relações diversas, de forma a conseguir atingir os meus objectivos!

Sistemas Distribuidos…

O que é que isto vos faz lembrar? Alguém? Ninguém? Eu? Está bem…faz-me lembrar Corba! ‘Cooorba?!’ Sim, isso! Porque nos tempos auges da faculdade, para estudar a concepção de aplicações distribuídas tive de aprender esta arquitectura! Um autêntico pesadelo! Mas vamos ao que interessa…


O que é realmente um sistema distribuído?
Basicamente, é um conjunto de computadores ligados em rede, com software que permita a partilha de recursos e a coordenação de actividades, possibilitando um ambiente integrado.


O Nascimento desta arquitectura:
No final dos anos 1970s CII – Honeywell e Honeywell da Bull Information Systems realizaram um esforço de modo a projectar uma arquitectura que pudesse competir com a IBM SNA, mas com uma maior flexibilidade.
Honeywell tinha elaborado um anteprojecto de uma arquitectura distribuída chamada HDSA (Honeywell Distributed Architecture), que tinha por objectivo renovar a Series 60, uma linha de produtos que foi anunciado em 1978 com um sufixo DPS. Foi pensado como uma alternativa para IBM's SCN oferecido a partir do que ainda "o outro computador empresa".

A CII - HB participação nesse projeto foi inspirado pelo anterior CII investimento em NNA (New Network Architecture), que significativamente aproximar - se do mercado HDSA. Ambos, a CII - HB e da Honeywell desenhistas foram muito ativa, respectivamente, em ECMA e ANSI padronização comissões desenhando o ISO / normas OSI (Open Communications System).
Esse esforço foi dado o nome de DSA Distributed System Architecture; Ele abarcariam as estritas funções de rede e foi projectado para ser estendido em bases de dados distribuídas e aplicações.


Conjuntos de elementos de processamento independentes, que comunicam unicamente via mensagens.


Partilha de Recursos
Hardware: impressoras, discos, etc;
Dados – ferramentas de trabalho cooperativo; bases de dados;
Interfaces;
Motiva o modelo cliente-servidor.


Abertura
Extensibilidade de software e hardware, com possível heterogeneidade;
Obtida especificando e documentando interfaces;
Possui mecanismos uniformes de comunicação entre processos.


Concorrência
Vários utilizadores podem invocar vários comandos simultaneamente;
Um servidor deve responder concorrentemente a vários pedidos;
Vários servidores correm concorrentemente, possivelmente na resolução de pedidos.
Escalabilidade
O software pode ser pensado de modo a funcionar em grandes sistemas nem necessidade de mudança;
Devem ser evitados algoritmos e estruturas de dados centralizados.


Tolerância a faltas
Faltas em elementos de processamento e comunicação
Solução pode passar por redundância de hardware e replicação de servidores/serviços
Motiva paradigmas mais avançados do que o cliente-servidor. Exemplo: comunicação em grupo, algoritmos de acordo, transacções;
Em sistemas de distríbuidos a disponibilidade perante a faltas pode ser maior do que em sistemas centralizados, mas exige uma maior complexidade do software.


Transparência
O sistema deve ser visto como um todo e não como uma colecção de componentes distríbuidos
Exºs de transparência: acessos, localização, concorrência, replicação, falhas, migração, desempenho, escalabilidade .


Desenho lógico e físico de um sistema distribuído:





Aplicações Integradas:
Middleware de BD (SQL, ODBC)
Middleware de Aplicação
Middleware de WEB (CGI, ActiveX, Java)
Remote Procedure Call (RPC)
Middleware Orientado à Mensagem
Monitores de Processos de Transacção
Middleware Orientado aos Objectos (ex. arquitecturas RMI, SOAP e…CORBA!)

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Problemas de Gestão e Árvores de Decisão

Imaginemos uma empresa que como todas as empresas quer aumentar as suas vendas, esta empresa quer decidir de que forma o vai fazer e pensou em 2 formas de conseguir atingir o seu objectivo:



  • Aumentar o Preço do seu produto em x%;


  • Alargar a zona de intervenção da empresa, recorrendo á construção de um entreposto comercial noutra região.


Estudos de mercados efectuados a esta empresa concluiram que existe associada a cada uma destas estratégias uma probabilidade de sucesso e de insucesso.





A Probabilidade de Sucesso de aumentar o preço estaria dependente do sucesso de uma campanha promocional que faria com que a alteração prevista fosse aceite e foi estimada ser W. Caso a campanha tivesse sucesso isso se reflecteria num ganho C em valor absoluto e em caso de insucesso numa perda D em valor absoluto.



A probabilidade de Sucesso de alargar a zona de intervenção da empresa estaria dependente de esta vir a actuar sozinha no mercado e foi estimada ser Z. Caso esta empresa viesse a operar sozinha nesse mercado teria um ganho estimado de A em valor absoluto, caso contrário, teria uma perda de B em valor absoluto.



Qual a decisão que esta empresa deve de tomar?



Este problema pode ser representado pela árvore de decisão abaixo:





A Decisão que a empresa iria tomar seria escolher a estratégia que maior valor global apresentasse, no entanto, podemos ainda considerar a situação de que a empresa não é indiferente ao risco, como no caso apresentado mas sim aversa ao risco, para este caso as alterações que teriamos na nossa árvore de decisão seriam nada mais do que atribuir a cada um dos ramos da estratégia uma ponderação que reflectisse esse comportamento como por exemplo, atribuir uma ponderação de 0,3 á estratégia com maior risco, isto é com maior P(I) vs uma ponderação de 0,7 á estratégia com menor P(I) e incluir esse valor no apuramento do valor global das estratégias antes de se proceder á comparação dos mesmos.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Diagrama de Causa->Efeito...a Espinha-de-peixe


Estes diagramas tiveram origem em 1943, pelo engenheiro químico Kaoru Ishikawa, quando descrevia a uma empresa de engenheiros a forma como diversos factores – aka causas – podem ser ordenados de uma forma lógica. Este diagrama também designado por Diagrama de Ishikawa ou Diagrama de Espinha-de-peixe, é uma ferramenta gráfica utilizada pela Administração (Gestores de topo) ou pelo controlo da qualidade e pretende principalmente, de uma forma simples, agrupar e visualizar hierarquicamente as causas que estão na origem de um problema, os resultados que se pretendem melhorar ou mesmo visualizar os efeitos sobre a qualidade.





Para elaboração deste tipo de diagramas é necessário, em primeiro lugar, identificar inequivocamente o problema ou o efeito a estudar e, seguidamente, listas as várias causas possíveis para esse efeito, começando por um nível mais geral e pormenorizando cada vez mais as subcausas. Para cada efeito existem seguramente, inúmeras causas dentro de categorias como as 6 M’s: método, mão-de-obra, matéria-prima, máquinas, mensuração e meio ambiente. Nas áreas de serviços e processos transaccionais utilizam-se como categorias básicas: procedimentos, pessoas, ponto, políticas, mensuração e meio ambiente.
É de realçar igualmente, a importância destes diagramas nos objectivos estratégicos da organização. Esta ferramenta pretende representar o mapa estratégico, ao relacionar o impacto de cada objectivo noutro objectivo, alinhados com a visão, missão e estratégia da organização.
Para se elaborar um correcto diagrama de causa-efeito é necessário:
Determinar as características de qualidade cujas causas pretendem identificar;
Através do Brainstorming, pretende-se determinar quais as causas que mais influenciam o problema a ser resolvido (causas primárias);
Esboçar o diagrama, colocando numa das extremidades, o problema a ser analisado e traçar uma linha horizontal, onde deverão irradiar as ramificações com as causas consideradas primárias, do passo 1, criando uma forma de “espinha de peixe”;
Identificar as subcausas, ou causas secundárias que afectam as causas primárias e que se deverão estender ao longo de cada ramificação.Exemplo de um diagrama de causa-efeito para o efeito ‘Prémio da Avaliação Individual’, numa organização:


terça-feira, 30 de outubro de 2007

Indicadores de Gestão





Imobilização dos Capitais Permanentes


Capitais Permanentes
_____________________
Imobilizado Líquido



Mede a cobertura das aplicações em capital fixo por capitais permanentes.
Este rácio deverá, em princípio, ser superior à unidade, o que refere a existência de fundo de maneio positivo. Poderá assumir valores inferiores à unidade, denunciando a existência de fundo de maneio negativo o que leva a reflectir sobre o equilíbrio financeiro da empresa.
A diferença entre os valores apresentados no numerador e no denominador representa o fundo de maneio.


Capacidade de Endividamento


Capitais Próprios
______________________
Capitais Permanentes



Este rácio mede a capacidade de endividamento a médio e longo prazos.
Quando o seu valor é 0.5 os capitais alheios estáveis são iguais aos capitais próprios, o que revela um limite à capacidade de endividamento a médio e longo prazos.



Autonomia Financeira


Capitais Próprios
_____________________________
Capitais Alheios Estáveis



Este indicador traduz a capacidade de contrair empréstimos a médio e longo prazos, suportada pelos capitais próprios. A capacidade esgota-se quando o rácio é igual à unidade, ou seja quando o passivo a médio e longo prazos iguala os capitais próprios.




Solvabilidade



Capitais Próprios
____________________


Capitais Alheios





Avalia a capacidade da empresa para solver as responsabilidades assumidas a médio, longo e curto prazos. Este indicador evidencia o grau de independência da empresa em relação aos credores; quanto maior o seu valor, mais garantias terão os credores de receber o seu capital e maior poder de negociação terá a empresa para contrair novos financiamentos.
No entanto, a capacidade da empresa de amortizar as suas dívidas deverá, também, ser analisada numa óptica de curto prazo, utilizando os indicadores e a análise dos fluxos financeiros (cash-flow).





Indicadores financeiros


Endividamento


Capitais Alheios


___________________________
Capitais Próprios+Capitais Alheios



Esta relação indica o grau de endividamento da empresa. Inclui nos capitais alheios os empréstimos obtidos a médio e longo prazos (capitais alheios estáveis), os empréstimos obtidos a curto prazo e todos os créditos de exploração e extra-exploração (passivo circulante). Os capitais totais correspondem ao activo total, ou seja, integram os capitais próprios e os capitais alheios.




Coeficiente de Dependência



Capitais Alheios

______________________
Capitais Próprios



Trata-se de um indicador que é o inverso da solvabilidade e que, da mesma forma, avalia a capacidade da empresa para solver as responsabilidades assumidas.



Estrutura


Capitais Alheios Estáveis

_______________________________
Capitais Próprios



Corresponde ao inverso da autonomia financeira, o qual evidencia a capacidade da empresa para contrair empréstimos a médio e longo prazos.







Estrutura do Endividamento


Passivo Circulante

________________________
Capitais Alheios


Este indicador fornece informações relativas à estrutura do endividamento no que respeita à relação entre o endividamento de curto-prazo (passivo circulante) e o total do endividamento da empresa.



Cobertura do Investimento



Auto Financiamento

_____________________
Activo Imobilizado


Mede a capacidade da empresa, através dos meios líquidos segregados no período, de cobrir os investimentos em activos fixos.


Índice de Autofinanciamento


Autofinanciamento

________________________
Capital Próprio


Este índice informa sobre o contributo das actividades em meios líquidos para suportar novos investimentos, ou seja, informa sobre a capacidade da empresa para potenciar o capital próprio e assegurar o crescimento com recursos próprios.



Liquidez Geral



Activo Circulante


__________________________
Passivo Circulante


Dá informações sobre a cobertura do activo circulante pelo passivo circulante, tido por fonte de financiamento privilegiada da empresa. Sempre que possível deverá ser > 1, o que a não acontecer exige o recurso aos capitais permanentes para financiar a parte não coberta pelo passivo circulante.


Liquidez Reduzida


Activo Circulante - Existências

______________________________
Passivo Circulante



A comparação da liquidez geral com a reduzida evidencia o peso das existências em relação ao restante activo circulante. Assim, a liquidez reduzida pressupõe que possa haver dificuldades no esgotamento das existências e inclusive vendas abaixo do preço de custo.



Fonte: IAPMEI

No quadro abaixo temos alguns indicadores:







Outros indicadores podemos ainda referir ao nivel da Gestão, por exemplo Gestão de stocks:

  • rotatividade média das matérias primas;
  • rotatividade média de stocks;

  • ...





domingo, 28 de outubro de 2007

QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO

RISCOS E DECISÕES por JOHN KAY um dos mais reputados economistas Britânicos da actualidade

Ao dar uma breve leitura ao livro Como A Economia Ilumina o Mundo, que contém vários artigos de um famoso Economista, John Kay, deparei-me com este artigo que achei interessante colocar á apreciação de todos.
Andam os Economistas e Gestores a aprender como fazer as coisas bem e depois, os interesses sobrepõem-se e as análises são parciais.
Quando sai da Universidade fiquei chocada com umas quantas realidades da nossa sociedade, e esta é certamente uma delas, eu continuo a achar que apesar de rumar contra a maré eu posso dar o meu contributo, no sentido, de pelo menos acreditar que faço as coisas da melhor maneira possivel face a um conjunto de limitações e a uma análise custo beneficio que na realidade apenas teve lugar no meu consciente, e essa análise custo beneficio não está nem directa nem indirectamente ligada com os meus interesses mas somente aos interesses da análise em si sendo deste modo imparcial.
Este artigo é uma forma de contextualizar o que foi dito na aula de análise de dados, "... por vezes escolho o meu alfa de acordo com a decisão que quero tomar, a de rejeitar ou não a hipotese nula..."
Podemos ver por este que esta observação da professora de estatistica tem muito a ver com a realidade da nossa sociedade.

Funções

A Economia e a Gestão contêm inúmeras discussões sobre relações entre variáveis:



  1. Quantidade e Preço;

  2. Consumo e Rendimento;


  3. Procura de Moeda e Taxa de Juro;


  4. Publicidade e Vendas;

  5. ...


Para conhecermos o comportamento dessas variáveis e a forma como se relacionam, as disciplinas de matemática e estatistica de mãos dadas ajudam-nos nessa tarefa.



O recurso a funções matemáticas permite-nos de forma intuitiva ver de que forma estas se relacionam e desta forma inferir e alterar controladamente o valor de uma variável em seguimento dos nossos objectivos para a outra.




EX. Funções Matemáticas




Abaixo poderão ver o aspecto das diversas funções, sendo que do lado esquerdo para um b>0 e do direito b<0.































Indicadores

Existem vário tipos de indicadores, como por exemplo:

  • Indicadores de PH;
  • Indicadores de Gestão;
  • Indicadores Sociais;
  • ...

Independentemente do tipo de indicador que se esteja a tratar a utilização de um indicador tem sempre como objectivo medir e comparar.

Vale a pena usarmos indicadores??

Na minha opinião vale, no entanto um indicador dá-nos uma imagem desfocada da realidade mas sempre é melhor, na minha opinião, termos essa imagem desfocada que a escuridão total.

A meu ver um indicador, nunca nos dá uma imagem 100% fiável, no entanto indica-nos uma probabilidade elevada de nos indiciar numa imagem muito próxima do real.

Com isto não estou a dizer que devemos deixar as decisões nas mãos dos indicadores, mas tomar a nossa decisão apoiada neles terá concerteza uma probabilidade mais elevada de nos induzir na decisão correcta.

Imaginemos a seguinte situação:

Uma empresa pretende admitir 3 recursos para 3 vagas. Tem 300 candidatos a concorrer para essas vagas. Como vai ela decidir quais os candidatos com maior competência para as funções?

Estamos perante um problema de decisão escolher 3 em 300, num pressuposto de justiça e imparcialidade, não parece ser tarefa fácil.

Seleccionar pela média do curso? As médias não são mais que meros indicadores, e a mim parece-me que não seja uma escolha pertinente uma vez que se revelam indicadores insuficientes, poderão medir a capacidade de trabalho do individuo e mesmo assim é subjectivo porque não sabemos que aconteceu durante o curso, por exemplo uma doença em época de exames ou frequencias, que possa ter tido impacto na sua média.

Realizar um teste de QI? Realizar um teste de personalidade? Todos os indicadores são importantes e é do conjunto de indicadores relevantes para a análise que devemos de basear a nossa decisão, tendo a consciencia no entanto que poderemos estar errados algumas vezes, no entanto é um risco controlado.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Hierarquia na minha Equipa de Trabalho

Na minha equipa de Trabalho está nitidamente definida uma hierarquia, e isto acontece porque para que se consiga atingir um objectivo maior vários objectivos mais pequenos deverão ser atingidos e quem está no topo de hierarquia é o responsável pela afectação de subobjectivos a quem está no nivel imediatamente abaixo da sua hierarquia e estas premissas propagam-se ao longo de toda a hierarquia. Aos niveis hierárquicos abaixo compete fazer cumprir os objectivos dos niveis hierárquicos imediatamente acima.

Uma hierarquia de Objectivos na sua essência deve de ser:
*Completa;
*Minimal;
*Compreensivel;
*Medivel.

Exemplo de uma hierarquia de GRUPO de TRABALHO e de Objectivos:


Director de Vendas do Alentejo OBJECTIVO(500)


-->Gerente das lojas de Beja OBJECTIVO(200)
------>Vendedores do concelho de Beja(5) OBJECTIVO(40/vendedor)

-->Gerente das lojas de Évora OBJECTIVO(300)
------>Vendedores do concelho de Évora(6) OBJECTIVO(50/vendedor)

DEDUÇÃO E INDUÇÃO




DEDUZIR:

Por exemplo eu posso dizer que se:

A>D e D>C então deduzo que A>C
INDUZIR:
Se até hoje eu verifiquei nas minhas amostras que para uma qq faixa etária:
média da altura dos homens > média de altura das mulheres
Então, induzo que no futuro para uma qq faixa etária:
média da altura dos homens > média de altura das mulheres
ou seja,
INFERIR=DEDUZIR para o PRESENTE com os dados actuais .
INFIRO BASEADA NA TENDÊNCIA REALMENTE VERIFICADA ATÉ AO MOMENTO DA INFERÊNCIA
PREVER=INDUZIR para o FUTURO baseada nos dados actuais.
PREVEJO BASEADA NO FACTO QUE A TENDÊNCIA VERIFICADA ATÉ AO MOMENTO DA PREVISÃO SE MANTÉM NO FUTURO.

domingo, 14 de outubro de 2007

TESTE do QI

Antes de avaliarmos os outros devemos de nos avaliar a nós mesmos! Este foi o meu resultado:

Your IQ score is XXX!
You've got a very experiential way of learning and a strong mathematical mind and you have mastered the art and science of precision. That's what makes you a Precision Processor. For you, life is a series of equations. Your brain is naturally predisposed to intense mathematical acuity, so it's second nature for you to cut to the heart of an issue, to discover quick solutions while others get bogged down in unnecessary details. This allows you to communicate a variety of ideas to other people, so don't keep it to yourself.

Pedro parece que o teu comment no post das operações matemáticas foi validado pelo teste do QI ;)

Breve História dos Sistemas de Suporte á Decisão

Com a crescente evolução das novas tecnologias e a sua efectiva utilização no âmbito organizacional os sistemas de informação tornaram-se ferramentas essenciais no quotidiano organizacional. A crescente importancia destes sistemas e o nascimento da Internet fizeram com que empresas e particulares tivessem rapidamente acesso á enormes quantidades de informação.

A existência de ferramentas que alteraram completamente a forma de como realizar as actividades rotineiras da empresa, que permitiram a automatização de algumas dessas tarefas, a constante criação de aplicações que permitiam cada vez mais uma maior organização e estruturação e representação da actividade empresarial fez com que os investigadores começassem a estudar formas de modelar a Tomada de Decisão Empresarial.

De acordo com Keen and Scott Morton o conceito suporte á Decisão evoluiu de duas principais áreas investigacionais: Estudos Teóricos da Tomada à Decisão Organizacional (Carnegie Institute of Technology )nos finais da década de 50 e Técnicas de Trabalho em Computadores Interactivos (Massachusetts Institute of Technology) nos anos 60, apenas a meio dos anos 70 os Sistemas de Suporte á Decisão se tornaram uma área de investigação independente.
A meio da década de 80 os EIS (executive information systems ), os GDSS (group decision support systems) e os ODSS (organizational decision support systems ) envolviam um único usuário e o SAD orientado à modelagem.
A existência de mais que uma aplicação tornou necessária a integração de dados de forma a que estes se encontrassem válidos e coerentes surgiu baseado nestas necessidades, no inicio dos anos 90, o data warehousing .

Posteriormente surgiram as on-line analytical processing (OLAP) que alargaram o âmbito dos Sistemas de Apoio á Decisão, no final da década de 90 novas aplicações analiticas baseadas na web surgiram.
A University of Vermont PROMIS system (apoio á decisão médica) e Carnegie Mellon ZOG/KMS system (tomada á decisão militar e do negócio) foram grandes avanços na investigação da área dos Interfaces.
Actualmente podemos organizar os Sistemas de Apoio à Decisão como : "communications-driven, data-driven, document driven, knowledge-driven and model-driven" , de acordo com amaior preocupação reflectida na concepção do SAD.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Propriedades básicas da matemática

Propriedades da soma
A1: Associativa:

(A + B) + C = A + (B + C)



A2: Comutativa:

A + B = B + A



A3: Elemento neutro:

0 + A = A




A4: Elemento oposto:

A + (-A) = 0



Propriedades da multiplicação

E1: Multiplicação por 1:
1xA = A



E2: Multiplicação por zero:

0xA = 0



E3: Distributividade :
k (A+B) = k A + k B
(p + q) A = p A + q A



Casos Notáveis da Matemática:









segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Inteligência ?!

A palavra “inteligência” vem do latim inteliggentia, que significa “compreensão”, “faculdade de compreender”.
A inteligência pode ser definida tendo em conta os seguintes traços: capacidade de adaptação a situações novas e resolução de problemas, capacidade de pensar abstractamente e capacidade aprender.
Estas três capacidades são indissociáveis, complementares, nenhuma delas pode ser analisada de forma independente. Estão interligadas, constituindo diferentes tipos de inteligência.
A inteligência é um sistema complexo.

Thorndike distinguiu três tipos de inteligência que interagem de forma constante a construtiva segundo o tipo de exigências a que estamos sujeitos.

Inteligência prática – tipo de inteligência que recorre a acções e representações perceptivas para resolver problemas. A inteligência prática permite resolver, de forma concreta, problemas práticos do quotidiano.

Inteligência social – tipo de inteligência que se manifesta na vida relacional e social e na resolução de problemas interpessoais, recorrendo predominantemente à intuição.

Inteligência conceptual ou abstracta – tipo de inteligência que se manifesta na capacidade de resolver problemas recorrendo à linguagem e a outros sistemas simbólicos. Manifesta-se em capacidades de compreensão, raciocínio, na resolução de problemas e tomadas de decisão.

Para conhecimento de outras classificações de inteligência e para a realização de algum teste neste âmbito poderão consultar este site: http://www.miresearch.org

PROACTIVIDADE- O 1º HÁBITO


Hello SIAD Blogguer's!

Prof. Trigueiros devo de confessar que iniciei a leitura do livro de Stephen R. Covey - the 7 habits of highly effective people, ainda li apenas o primeiro hábito a proactividade e estou a gostar imenso, principalmente porque é um livro bastante HUMANO e tem o seu quê de psicologia.
Ao ler o livro o desejo de aumentar o meu circulo de influencia e diminuir o meu circulo da preocupação , torna-se um objectivo.
Depositar nas minhas atitudes a chave para a resolução dos meus problemas faz com que eu seja o agente activo suficiente e necessário para os resolver.

DEVO de ser INDEPENDENTE para poder escolher ser INTERDEPENDENTE!

O SER HUMANO é o único ser capaz de escolher! Foi optimo ler esta parte, porque eu também tenho os meus mapas e acredito que eles estão correctos e como sou HUMANA tenho a capacidade de escolher os meus caminhos de acordo com os meus mapas!

Reagir apenas é o que os animais no geral fazem, os seres Humanos têm a capacidade de raciocinar a capacidade de escolher que atitude devem tomar e desta forma serem proactivos.


domingo, 23 de setembro de 2007



Conhecimento implicito - É o conhecimento que se adquire através das nossas experiências está inerente a nós.

Conhecimento explicito - É o conhecimento quando expressado através de documentos, verbalmente, etc.




A imagem acima foi retirada do site: http://www2.ufp.pt/~lmbg/formacao/msc2_aveiro11.pdf


Definir Business Intelligence (BI)

Esta é uma definição complexa. O que é BI?


De que forma poderemos definir Business Inteligence de uma forma clara e sintética?

Eu sei que tudo o que aprendi nas aulas de SIAD está relacionado com BI, e até consigo mentalmente esboçar um rascunho que interliga todos esses termos no conceito de BI, expressar por palavras este conceito não se revela no entanto uma tarefa fácil.

Vou iniciar a minha busca pelo conceito de BI através da expressão do seu Objectivo: Suporte á Decisão.

O BI pretende apoiar o Gestor a tomar decisões.

Se o Gestor necessita de de decidir então posso dizer que ele tem um problema <=> um objectivo que para solucionar poderá enveredar por vários caminhos, no entanto nem todos o levarão a bom porto, ou mesmo que o levem onde quer ir será que o levam atempadamente?

O BI pretende auxiliar o Gestor na escolha deste caminho sendo que ele próprio lhe apresenta no limite o melhor caminho a escolher face á informação disponivel e relevante para a tomada da decisão.


Surge agora a questão: Como é que o BI selecciona a informação a apresentar ao Gestor de forma a que este consiga fácilmente decidir bem? Para que uma aplicação de BI realmente facilite ao Gestor a decisão eficaz é necessário que os indicadores fornecidos sejam de qualidade e relevantes para o problema em análise.

Em suma...

O Business Intelligence consiste num conjunto de ferramentas de software de TI que permitem transformar os dados em informação e/ou conhecimento, ajudando assim os gestores na tomada de decisões sobre os negócios da organização, desde a análise sobre tendências de vendas, hábitos de compra dos clientes e outras métricas de performance chave para uma organização.Por outras palavras, as ferramentas de BI podem ser entendidas como soluções de TI que permitem aumentar a produtividade e competitividade das organizações. O BI envolve reunir, armazenar, analisar e avaliar dados empresariais.

Achei muito interessante este site http://www.b-eye-network.com/view/1119 , contém várias definições de BI.


O que é um MODELO DIMENSIONAL?


O modelo dimensional é o conjunto de factos e dimensões.

Conceitos relacionados com MOdelo Dimensional:

Facto - Um fato é um conjunto de dados de medida e dados de contexto. Cada facto pode representar uma determinada transação ou evento do negócio ocorrido num determinado contexto obtido na intersecção das dimensões.

Métrica - São os atributos numéricos que representam um fato e são determinadas pela combinação das dimensões que participam do mesmo e a performance de um indicador de negócios relativo às dimensões que participam de um fato.Podem possuir uma hierarquia de composição de seu valor. As métricas podem ser aditivas, não aditivas ou semi-aditivas.

Dimensão - Determina o contexto de um assunto de negócios, como por exemplo, uma análise de vendas de produtos, isto é, contextualiza um facto.

Hierarquia - Ordenação de elementos por ordem de importância.








Ex. modelo dimensional em estrela.




TEORIAS DA DECISÃO

Não as consegui carregar no BLOG :(

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

PROBLEMAS:::PROBLEMAS:::PROBLEMAS!


Os problemas possuem diferentes niveis de complexidade. Um problema complexo não é mais que
a soma de problemas simples.

Quando pensamos num problema conseguimos sempre distinguir um objectivo que se esconde por
trás desse problema.

Por exemplo:

Será que devo ir ao cinema esta noite?

Se tivermos em atenção esta frase por si só, não conseguiriamos distinguir nitidamente um
objectivo porque o problema não foi completamente formulado. Quando eu me coloco este
problema desta forma, 2 interpretações são possiveis e consequentemente poderia distinguir 2
objectivos se pensasse:
1- Objectivo de ir ao cinema
2- Objectivo de não ir ao cinema

A colocação correcta do problema é meio caminho andado para a solução, vejamos, se eu
colocar a questão da seguinte forma:

Será que devo de ir ao cinema esta noite porque combinei com o João antes de me sentir tão
cansada?

O meu objectivo é não ir ao cinema, no entanto eu já combinei com o João.
A solução é ligar ao João dizer-lhe que estou cansada e:

se ele me disser que já comprou os bilhetes eu ligo a uma amiga para ir com ele no meu lugar e
o problema resolve-se, caso nenhuma das minhas amigas queira ir ao cinema pagarei o meu
bilhete ao João e digo para ele convidar alguém para ir com ele;
se ele disser que tudo bem fica para a próxima o problema fica resolvido.
Existem vários caminhos para solucionar um problema, no entanto nem todas atingem o mesmo
grau de resolução do mesmo.

Do ponto em que nos colocamos um problema até ao ponto em que encontramos uma solução,
existe todo um percurso que tem de ser percorrido que envolve a resolução de vários
subproblemas e a concretização de vários subobjectivos, a esse percurso chama-se
aprendizagem.
A experiência associada á aprendizagem torna os problemas menos complexos para o individuo
que se encontra em aprendizagem constante.


É possivel termos um PROBLEMA sem OBJECTIVO?? (dêem a vossa opinião)
Na minha opinião não.


Qual a definição de Problema nas seguintes ópticas: Sigmon, Informáticos
SIGMON: Tenho um problema quando existe um GAP entre estado real e o estado desejável;
Informáticos: Umproblema envolve um algoritmo que permite ao input passar a output.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

O que é um computador?

Computador é um equipamento eletrônico capaz de captar, armazenar, tratar, comunicar e
processar informações de acordo com instruções estabelecidas e segundo uma representação
binária, obedecendo a um conjunto de operações aritméticas e lógicas.
O computador foi criado para tornar a vida do Ser Humano mais simples, na medida em que o liberta de certas tarefas que podem ser automatizadas ou pura e simplesmente porque nos permite mais fácilmente estruturar e organizar e mais simplesmente os nossos pensamentos.
O computador existe para nos fornecer soluções celeres aos nossos problemas.

O que é um Problema?

Um problema tem sempre um objectivo por trás, é uma questão que nos colocamos como necessária a resposta para atingir o objectivo. A resposta será a solução após ter resolvido o problema.Associado a um problema existem sempre ponderações que nos guiam na obtenção da nossa resposta, como por exemplo limitações, probabilidades, riscos, realidades, prazos, incerteza, dificuldades, eventos que controlamos e que não controlamos. A solução resulta da interactividade destes factores com o problema. A boa formulação do problema é essencial para uma obtenção mais eficaz da solução.


ver este link:http://pt.wikipedia.org/wiki/Resolução_de_problemas

Gostei desta frase :P"Se você pretende ser útil na vida, aprenda a fazer boas perguntas mais do que sair arrogantemente ditando respostas. Se você ainda é um estudante, lembre-se de que não são as respostas que são importantes na vida, são as perguntas.
Stephen Kanitz é administrador por Harvard (http://www.kanitz.com.br/) "

Para que um computador possa ser visto como uma ferramenta que nos fornece soluções (sejam estas celeres ou não), terão que ser fornecidas a este as regras que definem o problema, isto é, essas regras terão de ser o resultado de uma especificação, modelação e estruturação do problema, se estas não representarem o problema então não o resolvem e o computador não terá a solução almejada.

O que é a informação?

A informação é o resultado da organização, manipulação e processamento dos dados. A informação é o estágio que antecede o conhecimento.

domingo, 16 de setembro de 2007

O Porquê deste Blog?

Olá a todos!
Este Blog surgiu no âmbito da disciplina de SIAD da 2.ª edição do Mestrado de
Sistemas Integrados de Apoio á Decisão.
Serão aqui postados alguns apontamentos das aulas de SIAD, estes posts
estarão disponiveis a ser comentados por colegas, professores e por todos os
que desejem contribuir positivamente na criação do mesmo.
Como diz o dito popular: Da Discussão Nasce a Luz!